Esmalte e Gentileza #42

27 de abril de 2013

O esmalte escolhido essa semana vem com delicadeza, Bola de Gude da Colorama é um Verniz translúcido e pra realçar a cor eu usei o Cristal da Risque no meio.

A cor é um pouco mais lilas, mas não consegui refletir bem com a imagem da Câmera, achei o esmalte lindo mas fiquei decepcionada ao ver o quanto ele é ralo e transparente.

Esmalte e Gentileza

Gentileza é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. Ser gentil, portanto, é um atributo muito mais sofisticado e profundo que ser educado ou meramente cumprir regras de etiqueta, porque embora possamos (e devamos) ser educados, a gentileza se trata de uma característica diretamente relacionada com caráter, valores e ética; sobretudo, tem a ver com o desejo de contribuir com um mundo mais humano e eficiente para todos. Ou seja, para se tornar uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um reflita sobre o modo como tem se relacionado consigo mesmo, com as pessoas e com o mundo.



E hoje vou oferecer essa linda orquídea a Fernanda Reali que com sua gentileza nos proporciona aproximar de tantas blogueiras e conhecer novos universos.
E também a todas as companheiras de Blogagem Coletiva que estão juntas comigo toda semana.


Blogagem Coletiva de Esmaltes Esmalte e Gentileza


Veja mais gentileza no Mosaico da Fernanda Reali

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Licença Maternidade Não é Férias

26 de abril de 2013

Licença maternidade não é férias


Minha licença maternidade foi um periodo de muita aprendizagem de como cuidar de uma criança.
Eu queria muito fazer um curso de gestante mas na minha cidade não tem esse tipo de curso, então tive que aprender com o instinto materno mesmo.
Minha mãe veio ficar comigo por 3 meses e me ajudar com Samuel.
Samuel nasceu uma criança tranquila e preguiçosa bem ao contrário do que se tornou hoje. Ele dormia o tempo todo e eu tinha que acorda-lo para mamar porque ele nem chorava. 
Os primeiros dias foram os mais difíceis, eu me adaptando a nova rotina e tive a ajuda do meu marido que deu o primeiro banho e trocou a primeira fralda.
Eu sempre pesquisei muito na internet e participava de grupos de discuções para saber lidar com todas as situações.
Amamentação pra mim foi algo muito estressante, eu não tinha leite, ficava nervosa por isso, Samuel não acordava pra sugar o leite, então foi muito complicado, eu então deixei pra lá e fui complemetando com Leite Artificial. A pediatra dele sempre me apoiou.
Fui aprendendo aos poucos a ser mãe, a cuidar dele, a não ter pressa.
Samuel era a alegria da casa.
Eu infelizmente tive somente 40 dias de Licença Maternidade. Tive que priva-lo deste tempo comigo por motivos financeiros, pois eu queria terminar a obra da minha casa nova e me mudar o mais rápido possível.
Então voltei a trabalhar meio periodo, ele ficava com a minha mãe e eu voltava pra casa pra cuidar dele.
Eu sempre dei conta de tudo pois ele sempre dormiu a noite inteira, meu marido me ajudava muito, tornando tudo mais simples.
O tempo que eu estou em casa é dedicado exclusivamente a ele, sempre fiz questão de cuidar dele, de deixar a papinha preparada quando ele começou a comer aos 6 meses.
Comemoramos todos os mesaniversários dele. 
Foram momentos únicos vividos, ele nos acompanhava a obra, foi criado com liberdade e sem frescuras, ficava no meio dos entulhos da obra, pisava no chão e ganhou imunidade. Nunca ficou doente e eu nunca faltei o trabalho por conta da saúde dele.
Aos 9 meses nos mudamos pra casa nova e eu vejo todo o meu esforço recompensado por ser uma vitoriosa e dar conta de trabalhar fora e cuidar da minha família.
Temos um tempo de qualidade juntos e ele é nossa prioridade.
 
 
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As pessoas se intrometem na criação dos seus filhos?

24 de abril de 2013

As pessoas se intrometem na criação dos seus filhos?



Quem já não passou por essa saia justa?
Todos querem dar palpites na nossa vida e na criação dos nossos filhos.

Não é raro vir um comentário de comparação com outras crianças.
Isso me deixa muito triste, mas eu tenho pulso firme pra dizer que eu Educo meu filho e sei o que é melhor pra realidade dele e da nossa família.

Todos, de parentes a pessoas que nós nunca vimos acham que sabem mais sobre a educação dos nossos filhos.
Claro que eu não nasci sabendo tudo uso experiências de outras mamães para definir o que dá certo ou não. Acho que as pessoas deveriam esperar ser consultadas sobre determinado assunto para se manifestarem.

Sem falar que muitas pessoas se incomodam com as crianças e não entendem que meu filho tem apenas 2 anos e 4 meses e é uma criança feliz, simpática e ativa que ter atenção, carinho e brincar e fazer bagunça. Nato da idade dele.

Eu procuro sempre corrigir meu filho quando ele faz algo errado, explico com paciência o porque das coisas.
Mas eu sinto que as pessoas em volta esperam uma reação mais enérgica da minha parte.
Será que elas não conhecem a Lei da Palmada? Eu não vou ser hipócrita em dizer que não dou palmadas nele, mas não é uma regra lá em casa, e em público jamais.

Outra coisa que tenho bastante receio é ir na casa das pessoas.
A minha casa é totalmente adaptada a ele e não tem coisas perigosas a mão dele para que ele possa se machucar. Mas na casa de outras pessoas é difícil esse controle.
Ele está na fase de descoberta e eu tento ensiná-lo sempre o que pode ou não pode. Mas confesso que é uma situação desgastante.
Então eu prefiro evitar locais onde eu sei que existem riscos.
Então segue algumas dicas por idade:

- De 0 a 2 anos: não deixe lápis e enfeites ao alcance do pequeno. Ofereça outras possibilidades de distração.
- De 2 a 3 anos: converse, explique como ele deve se comportar e proponha atividades adequadas para entretê-lo sem perturbar ninguém.
- De 4 a 6 anos: a criança já entende limites. Ultrapassá-los é um sinal de que quer chamar a atenção dos pais ou de outras pessoas. Entender seus motivos é um caminho.

E vocês gostaria de saber um pouco mais sobre as experiências e palpites que vocês escutam.
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Qual é a idade ideal para ir a escola?

22 de abril de 2013

qual a idade certa para ir a escola

Em tempos de nova PEC das Babás e Domésticas me peguei refletindo se já não é a hora de antecipar a ida do Samuel para escola.
E junto vem alguns questionamentos se já é a hora certa de deixa-lo na escolinha, em tempo integral ou meio período antes dos 3 anos.
Qual é a melhor idade para colocar a criança pequena na escola? Será que ele já está preparado para essa nova rotina? Passar pelo conhecido sofrimento dos primeiros dias não será prejudicial para uma criança tão pequena? Será que a decisão que tomei foi a mais acertada para ele?
Em uma conversa franca com a Pediatra dele ela se mostra a favor a partir dos 3 anos de idade, onde ele já está com boa imunidade e passará melhor pelas doenças virais que virão junto com a turminha dele. Em minhas pesquisas dou razação a ela pois tenho vários relatos de amigas que dizem que os primeiros meses são um pouco atordoados pelas viroses, mas logo passa.
Fui buscar algumas informações sobre o assunto e encontrei esse texto da Rosely Sayão:
Já houve um tempo em que muitos profissionais, principalmente da área da saúde mental, não hesitariam em dizer que a melhor idade para a criança ser matriculada na escola seria em torno dos três anos. Aliás, até hoje alguns pesquisadores mantêm tal convicção. O que amparava esse princípio era a crença de que a criança, até os três anos, precisaria apenas do amor dos pais e de cuidados exclusivos para se desenvolver.
Além disso, o aconchego de sua casa e a presença afetiva de pelo menos um parente seriam condições reconfortantes e estruturantes para o início da vida. Sabemos que, com o atual avanço das ciências, é difícil encontrar consensos, mesmo no conhecimento sistematizado. Por isso, hoje não é simples afirmar o mesmo que décadas atrás -nem o contrário. Em resumo: não temos dados que garantam que, para o bom e saudável desenvolvimento da criança, o melhor seja que ela fique dentro ou fora da escola nos três primeiros anos de vida.Isso quer dizer que são os pais que precisam analisar o contexto da vida familiar para fazer uma escolha criteriosa.
O essencial é que os motivos da escolha tenham como referência a criança, e não os próprios pais. Mas o mais importante é que, tomada a decisão de forma sensata e consciente, os pais se sintam seguros dela. Se há um fator que pode atrapalhar a ida da criança à escola na primeira infância é a ansiedade dos pais. Ela é passada para a criança, que percebe que algo não está bem, e isso gera conseqüências em seu humor e em sua possibilidade de desfrutar da nova situação e de desenvolver todo o seu potencial.
É sempre bom ressaltar que a criança sente tudo o que ocorre à sua volta. Claro que ela não consegue nomear os motivos do que sente, mas reage a eles. Desse modo, quando a criança vai para a escola e chora desesperadamente por muito tempo, ela expressa, quase sempre, a emoção ou a resistência que a mãe tem para deixar o filho. É por isso que muitas escolas construíram um período inicial chamado de adaptação. Nesse espaço de tempo, a escola convida a mãe ou um responsável pela criança para acompanhar mais de perto sua iniciação no espaço escolar.
Essa estratégia permite que os pais estabeleçam um vínculo de confiança mais sólido com a escola, porque observam de perto os cuidados que os profissionais têm com as crianças e as atividades que elas realizam e, desse modo, ficam mais seguras com sua decisão. Mãe segura resulta em criança tranqüila e livre para uma boa despedida, não é?
Quando uma criança resiste desesperadamente e com todas as suas forças a ficar na escola, o mais provável é que seus pais não estejam preparados para deixá-la, e não que ela não esteja pronta para esse período de separação.
Se pudermos tirar alguma conclusão a esse respeito, ela é simples: criança menor de três anos pode se desenvolver bem na escola, em casa ou com parentes.
O que importa é que ela seja bem-cuidada, que o ambiente seja rico em afetos positivos e que seus pais tenham confiança nas pessoas que a acompanham.
Aqui achamos melhor esperar o 3 anos e deixa-lo com a Babá em casa.
E vocês qual a experiencia sobre levar os pequenos para a escola?
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